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A geração de energia no Brasil: já vimos esse filme antes

Urge a necessidade de se criarem novas fontes de energia elétrica. Falta de chuvas no Sul e previsão de seca no Nordeste indicam que já se passou do momento de não depender apenas de São Pedro para gerar eletricidade

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O santo jejum do bispo

Greve de fome de Dom Luiz, bispo de Barra (BA), garantiu que alternativas propostas pela sociedade civil possam ser discutidas com o governo. E que projeto de transposição do São Francisco não seja implantado às pressas

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As faces do lobby pela transposição do São Francisco

Das assessorias técnicas, passando pelo pessoal do corpo-a-corpo no Congresso Nacional até os que militam nos meios de comunicação, o lobby pela transposição atua em prol de um projeto que não beneficiará a população carente do Nordeste.

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As quest√Ķes do rio S√£o Francisco em novas bases de negocia√ß√Ķes

Temos hoje possibilidade de abrir uma agenda para tratar da convivência digna do homem com o semi-árido nordestino. Uma ótima oportunidade de o presidente Lula passar para a história do país como o presidente que voltou seu olhar para essa região

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O meio ambiente do país pede socorro

Das enchentes em S√£o Paulo √†s agress√Ķes ao rio S√£o Francisco, o impacto da a√ß√£o humana vem colocando em risco o potencial ambiental brasileiro

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Transposição do rio São Francisco: faltou chinelo

Projeto encampado pelo governo federal n√£o prev√™ uso racional dos recursos h√≠dricos j√° existentes na regi√£o. Popula√ß√Ķes mais necessitadas do nordeste setentrional correm o risco de n√£o ver a √°gua do Velho Chico.

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Não, à transposição do Velho Chico

"Os fatos nos lembram a cada passo que n√£o reinamos sobre a Natureza, como um conquistador reina sobre um povo estrangeiro, ou seja, como algu√©m que esteja fora da Natureza, mas que pertencemos a ela (...) todo nosso dom√≠nio sobre ela reside na vantagem que possu√≠mos, sobre outras criaturas, de conhecermos as suas leis e de podermos usar esse conhecimento judiciosamente (...). Quanto mais avan√ßa esse conhecimento, mais os homens n√£o s√≥ se sentir√£o, mas saber√£o que fazem parte de uma unidade com a natureza, e mais se tornar√° insustent√°vel a id√©ia absurda e contra-natural de oposi√ß√£o entre esp√≠rito e mat√©ria, entre homem e Natureza‚ÄĚ. (Frederich Engels em Dial√©tica da Natureza)

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Rio S√£o Francisco: transpor por que e para quem?

Para n√≥s, do Sul e do Sudeste, o sert√£o √© uma inc√≥gnita. V√°rios anos de seca, seguidos de chuvas intensas, alagamentos e inunda√ß√Ķes. Ora as reportagens mostram o ch√£o ressecado, ora cidades alagadas.

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Pernambuco e as √°guas do rio S√£o Francisco

In√ļmeros trabalhos t√©cnicos apontam a exist√™ncia de volume de √°guas na regi√£o Nordeste mais do que suficiente para promover desenvolvimento e qualidade de vida √† popula√ß√£o. Falta, portanto, uma pol√≠tica coerente do uso das √°guas

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Meio ambiente: a conta que n√£o foi feita

Na defesa do desenvolvimento a todo o custo, o governo federal já se engasgou com a espinha de um bagre do rio Madeira e se atolou na lama dos seus sedimentos. Enquanto isso, o país segue na rota da escuridão.

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As indefini√ß√Ķes da gera√ß√£o de energia no Nordeste brasileiro

Ainda há tempo de revertermos o quadro de abandono em que se encontra a região Semi-árida nordestina e, principalmente, a situação de colapso energético que se avizinha. Os movimentos sociais precisam participar ativamente desse processo e o descaso do governo federal em contar com essa discussão não faz parte da solução do problema

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Transposição do São Francisco: Reféns do equívoco

Os empres√°rios do grande capital, principalmente ser√£o contemplados com as √°guas do rio, enquanto as popula√ß√Ķes difusas, geradoras de votos e as mais carentes em termos h√≠dricos, aquelas que atualmente s√£o abastecidas por frotas de caminh√Ķes pipa, continuar√£o desassistidas

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Meio Ambiente: informação zero

Enquanto o rio São Francisco dá sinais de mudanças em seu regime hidrológico, a desinformação sobre o ambiente natural nordestino atropela o desenvolvimento da região.

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Conviv√™ncia com o Semi-√Ārido

[EcoDebate] O Semi-√°rido brasileiro, tamb√©m chamado de Sert√£o - cen√°rio geogr√°fico onde ocorrem as secas - abrange os seguintes estados: Piau√≠, Cear√°, Rio Grande do Norte, Para√≠ba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Vale do Jequitinhonha, no norte de Minas Gerais. Estima-se nele uma popula√ß√£o de cerca de 20 milh√Ķes de pessoas das quais, no exacerbar de uma seca, 10 milh√Ķes passam sede e fome. √Č uma regi√£o de elevadas temperaturas (m√©dia de 26¬ļ C), onde o regime pluvial √© bastante irregular. A m√©dia pluviom√©trica anual oscila entre 400 e 800 mm, com volume anual precipitado estimado em cerca de 700 bilh√Ķes de m¬≥. Os solos s√£o geralmente rasos, pedregosos (escudo cristalino), com ocorr√™ncia de vegeta√ß√£o do tipo xer√≥fila.

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D. Cappio e o mito da falta d`√°gua

D. Luiz Flávio Cappio tem consciência também de quatro fatos dos quais a nação precisa tomar conhecimento

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Dom Cappio: grito espiritual e profético

A Associa√ß√£o Nacional de Presb√≠tero do Brasil ‚Äď ANPB ‚Äď disse, dia 05/12/2007, em Nota a Dom Cappio: ‚ÄúFrei Luiz, seu gesto faz pensar a Igreja do Brasil, o governo, os movimentos e a sociedade como um todo, mais ainda posicionar-se. A Ir. Dorothy, de saudosa mem√≥ria, dizia: ‚Äúo gesto de padre Josimo, em Imperatriz/Ma, nos faz avan√ßar aqui na Transamaz√īnica!‚ÄĚ O seu gesto D. Luiz Cappio faz-nos enxergar a nossa situa√ß√£o em cada canto deste pa√≠s e tomar posi√ß√£o. J√° temos os gestos prof√©ticos de D. Erwin K√§utler, no Xingu, acompanhado com seguran√ßa dia e noite e de D. Ant√īnio Possamai, agora em√©rito, mas amea√ßado em Ji-Paran√° (RO) e tantos outros do povo.‚ÄĚ

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Dom Luiz n√£o pode morrer

"A morte dom Luiz seria uma imensa perda. O governo precisa escutar o seu apelo", escreve Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo no FMI, representa um grupo de nove pa√≠ses (Brasil, Col√īmbia, Equador, Guiana, Haiti, Panam√°, Rep√ļblica Dominicana, Suriname e Trinidad e Tobago), em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 6-12-2007.

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O Bispo e a encruzilhada de Lula

Nestes dias um tema palpitante preocupa in√ļmeras pessoas ‚Äď a greve de fome do frei Luiz Fl√°vio Cappio, em protesto pelo fato de Lula iniciar as obras de transposi√ß√£o de √°guas do rio S√£o Francisco.

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Meu apelo pela vida de Dom Luiz Fl√°vio Cappio

Assim como muitos outros, tamb√©m estou muito preocupado com a sa√ļde e a vida de Dom Luiz. Eu o conhe√ßo, estimo e admiro. Tenho certeza de sua firme decis√£o de levar o jejum √†s ultimas conseq√ľ√™ncias.

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Governo e D. Luís

[EcoDebate] A estrat√©gia do governo, segundo fontes do Planalto, √© isolar D. Lu√≠s da ‚Äúm√≠dia, dos pol√≠ticos do Nordeste e dentro da pr√≥pria Igreja‚ÄĚ. Governo poderoso esse, n√£o? Manda at√© na Igreja.

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Alternativas de abastecimento hídrico do Nordeste seco: a disputa é por dinheiro

[EcoDebate] O que j√° era previs√≠vel aconteceu: os problemas da gera√ß√£o de energia el√©trica do pa√≠s voltaram √† baila, desta feita no governo Lula. N√£o foi por falta de aviso. Em fevereiro de 2007 editamos artigo na internet criticando a forma precipitada com a qual o presidente Lula tratou essa quest√£o. Naquela ocasi√£o, segundo a √≥tica do presidente, os apag√Ķes eram p√°ginas viradas na hist√≥ria do nosso pa√≠s. 13/2/2008

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TRANSPOSIÇÃO: e se não houver energia para mover as águas?

Senador Ant√īnio Carlos Valadares http://acvaladares.blogspot.com/ Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

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Um comentário para transposição do rio São Francisco: Copo de água para quem tem sede é furada, diz Ciro

O Nordeste pela sua pr√≥pria localiza√ß√£o est√° sujeito a grande insola√ß√£o e conseq√ľente reduzido √≠ndice pluviom√©trico. Essa situa√ß√£o n√£o pode ser modificada, pois poder√° causar mudan√ßas que possam comprometer a Preserva√ß√£o do seu Meio-Ambiente e respectiva Biodiversidade.

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O nascimento da ind√ļstria das secas no Brasil, artigo de Jo√£o Abner Guimar√£es Jr.

[EcoDebate] Nesses dias - em que a Transposi√ß√£o do Rio S√£o Francisco √© apresentada como uma pol√≠tica de Governo que remonta √† √©poca do Imp√©rio do Brasil voltada para solucionar a problem√°tica da seca no Brasil - √© apropriado resgatar-se o grande humanista Euclides da Cunha que h√° 100 anos no seu extraordin√°rio livro ‚ÄúOs Sert√Ķes‚ÄĚ, na parte inicial que trata da Terra, discutiu com profundidade a problem√°tica do semi-√°rido brasileiro, segundo aspectos do relevo, do solo, da fauna e flora e do clima da regi√£o nordestina. Inclusive, ele fez uma abordagem propositiva com rela√ß√£o √† seca desenvolvendo o tema ‚Äúcomo se extingue um deserto‚ÄĚ.

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Um novo Nordeste, mais verdadeiro

Est√° programado para maio o I Semin√°rio Nacional de Combate √† Desertifica√ß√£o, no qual ser√£o discutidos temas como amplia√ß√£o sustent√°vel da capacidade produtiva, preserva√ß√£o, conserva√ß√£o e manejo sustent√°vel dos recursos naturais, redu√ß√£o da pobreza e da desigualdade, entre outros temas, com apoio do Minist√©rio do Desenvolvimento Agr√°rio. Pode ser muito importante, nesta hora em que - felizmente - se discutem mais e mais formatos de conviv√™ncia com o Semi-√Ārido, em lugar de combate √† seca, puro e simplesmente (que sempre faz lembrar a frase citada por Ariano Suassuna: "Ter um departamento de combate √† seca no Nordeste equivale a ter um departamento de combate √† neve na Sib√©ria.").

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Tijuco Alto: O Governo ‚ÄúDemocr√°tico e Popular‚ÄĚ reza a cartilha do Grupo Votorantim

Técnicos do IBAMA dão parecer favorável à Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, empreendimento privado que exportará muita energia na forma de alumínio

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Represa de Sobradinho: essa grande desconhecida.

O rio S√£o Francisco nasce na serra da Canastra em Minas Gerais, estado respons√°vel pela forma√ß√£o de cerca de 70% de suas √°guas. Corre em uma bacia hidrogr√°fica com √°rea aproximada de 640.000 km¬≤ e possui vaz√£o m√©dia de cerca de 2.850 m¬≥/s. O rio tem cerca de 2.800 km de extens√£o - entre o seu nascedouro, na Serra da Canastra (MG), e a sua foz, no pontal do Peba (AL) - e sua bacia √© subdividida em Alto S√£o Francisco (da Serra da Canastra at√© Pirapora), M√©dio (de Pirapora at√© Remanso), Sub-m√©dio (de Remanso at√© Paulo Afonso) e Baixo (de Paulo Afonso at√© o Oceano Atl√Ęntico). Ela √© caracterizada por per√≠odos de abund√Ęncia de chuvas entremeados por per√≠odos de secas sucessivas e se estima uma popula√ß√£o residente de cerca de 14 milh√Ķes de pessoas.

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Transposição do rio São Francisco: inviável tecnicamente

De forma sint√©tica, apresentaremos abaixo argumentos ‚Äút√©cnicos‚ÄĚ dos mais entendidos no assunto, os citados acima. O professor Jo√£o Abner, por exemplo, demonstra que h√° um projeto de Transposi√ß√£o fantasioso, vendido √† opini√£o p√ļblica por um forte marketing oficial e pela m√≠dia. E h√° outro projeto real de transposi√ß√£o que est√° sendo sistematicamente ocultado do povo, pois √© perigoso, injusto, insano e fara√īnico.

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As √Āguas do Cariri.

As imagens do Cear√° e Para√≠ba se afogando em √°guas chama a aten√ß√£o. H√° muitos anos atr√°s, dois compositores cearenses ‚Äď Nelinho e Gordurinha - criaram ‚ÄúS√ļplica Cearense‚ÄĚ, um dos mais belos cl√°ssicos da m√ļsica nordestina. Ao contr√°rio das demais que abordam os problemas da seca da regi√£o, essa abordava o excesso de √°guas. Mais tarde Patativa do Assar√© cria ‚ÄúSeca D‚Äô√Āgua‚ÄĚ, dizendo em um de seus versos que ‚Äúseca sem chuva √© ruim, mas seca d‚Äô√°gua √© pior‚ÄĚ. Ali√°s, foi com o prop√≥sito de controlar as cheias do Salgado e do Jaguaribe que foi constru√≠do o imenso a√ßude do Castanh√£o.

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O condomínio da transposição

O Brasil fez transposi√ß√Ķes. S√£o exemplos a do Tiet√™ para Cubat√£o, a do Pium-hi para o S√£o Francisco; a maior vaz√£o desviada √© a do Para√≠ba do Sul (180 m3/s) transpondo a serra do Mar para produzir energia e abastecer o Grande Rio (44m3/s). A RMBH conhece transposi√ß√Ķes, como a da adutora do rio das Velhas.

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TRANSPOSIÇÃO CONDICIONADA

A Gestão tem princípios simples. Um deles: para consumo disperso, suprimento disperso. Obedecendo a tal esquema, obtêm-se efeitos colaterais positivos para as políticas de gestão adotadas. Um deles é que os custos de transporte (da energia, água, etc.) são minimizados; outro é que as quedas de suprimento são circunscritas; tecnologias contextuais são estimuladas, gerando emprego local; outros e outros somam-se aos citados. No Brasil a geração de energia é dispersa, mas com o defeito de ter seu centro de massa distante do de consumo. Transferência inter-regional de energia é transferência virtual de água. Já a transferência física de água é outra história.

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AS √ĀGUAS DO GOVERNADOR

N√£o est√£o claras quest√Ķes relacionadas ao desvio para o S√£o Francisco das √°guas contidas na bacia do rio Grande pelo dique de Capit√≥lio. Algumas conseq√ľ√™ncias: a √°gua da represa acima do desvio escoa para o S√£o Francisco no leito do Pium-hi (Pium-hy?), correndo ao contr√°rio em seu baixo curso, como √© hoje. O reservat√≥rio de Capit√≥lio incorpora-se ao de Furnas. Esta, operada pelo Presidente, se dispuser de descarga de fundo suficiente, ajusta a vaz√£o total para que a represa mantenha n√≠vel inferior ao do desvio, de modo que todo o rio Grande continue a correr em seu leito, esgotando o pequeno reservat√≥rio e levando o alto Pium-hi, a menos que outro dique seja feito para que ele, de voca√ß√£o platina, prefira o xaxado ao tango e rume para o nordeste, encorpado por seu maior tribut√°rio, o S√£o Francisco. Assim, em termos permanentes, de fato, o desvio ter√° tirado pot√™ncia apenas a Furnas e apenas por redu√ß√£o de queda, e n√£o de vaz√£o, e as usinas rio abaixo nada sofrer√£o sen√£o com a redu√ß√£o do efeito regularizador da represa de Furnas. Se o desvio n√£o for feito com vaz√£o controlada, ser√° um desastre; se for com vaz√£o controlada (por sifonamento?), o rebaixamento pode levar meses, dependendo da altura atual da √°gua na represa.

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GEO-HIDROLOGIA DO SÃO FRANCISCO

O S√£o Francisco √© um rio not√°vel por v√°rias caracter√≠sticas, mas n√£o pela vaz√£o (quantidade de √°gua que passa por uma dada se√ß√£o na unidade de tempo). Neste aspecto, √© insignificante perto do Amazonas, bem menor que o Paran√° e muito menor que o Tocantins, que tem bacia hidrogr√°fica pouco maior (setecentos e tantos mil contra seiscentos e tantos mil quil√īmetros quadrados. A diferen√ßa √© grande: cerca de 2.800 m3/s para o S√£o Francisco em P√£o de A√ß√ļcar, pr√≥ximo √† foz, contra mais de 8.000 para o Tocantins em Tucuru√≠. Isto d√° uma vaz√£o espec√≠fica para o S√£o Francisco de 4,6 litros por segundo por quil√īmetro quadrado de bacia hidrogr√°fica e para o Tocantins 11,4 litros por segundo por quil√īmetro quadrado.

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Transposição: o rufar dos tambores*

Os tambores est√£o rufando. √Č hora de lutar. Toda vez que o Homem tenta ‚Äúcorrigir‚ÄĚ elementos fundamentais da natureza erra canhestramente. Imaginem poss√≠vel transferir as √°guas termais de Goi√°s para Minas, ou jazidas de petr√≥leo do Oriente M√©dio para a Europa. N√£o seria um inferno? Seria. Felizmente fatores da sustentabilidade geol√≥gica, como solos f√©rteis e outros, por serem fatores territoriais permanentes s√£o fisicamente intransfer√≠veis. Pa√≠ses poderosos buscam esses fatores, n√£o fisicamente, mas seus produtos (alimentos, min√©rios).

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√ĀGUA! √ĀGUA! √ĀGUA!

Nas √°guas: E com a √°gua, o que fazemos? Jogamos fora! Jogamos fora! Na seca, o que pedimos? Queremos √°gua! Queremos √°gua! Querer nem sempre √© poder. De onde vem a √°gua doce e onde se hospeda? No sistema geol√≥gico, do qual fazem parte calotas polares, icebergs e aq√ľ√≠feros. A dos rios, lagos e atmosfera est√° de passagem. √Āgua mesmo est√° no sistema geol√≥gico. Nos aq√ľ√≠feros profundos existe √°gua que l√° estava antes que o Homem come√ßasse a olhar para o alto. Olhou tanto para cima que n√£o sabe olhar para baixo, para a terra de onde retira seu sustento. Aq√ľ√≠feros mais rasos t√™m tempos de resid√™ncia medidos em centenas a milhares de anos. O superficial tem resid√™ncia de meses. Embora de menor capacidade, √© o de maior intera√ß√£o cotidiana com todos os viventes e dele depende a recarga dos profundos.

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A VEZ DAS GRANDES LEVADAS *

Na ilha da Madeira os habitantes desviaram √°guas da vertente norte da ilha, √≠ngreme e com alta pluviosidade, para a vertente sul, menos √≠ngreme e com pouca √°gua. As transfer√™ncias fazem-se pelas chamadas levadas, canaliza√ß√Ķes executadas em condi√ß√Ķes de terreno dif√≠ceis, compreendendo simples vala nas passagens simples, e, nas mais dif√≠ceis, t√ļneis, aquedutos e muros de arrimo. Os agricultores beneficiados pelas levadas est√£o comprometidos com a manuten√ß√£o destas obras em seu trajeto sinuoso acompanhando as dobras do terreno. No caso a transposi√ß√£o se justifica, porque na vertente norte h√° √°gua sem solo, que n√£o produz, enquanto na vertente sul h√° solo sem √°gua, que tamb√©m n√£o produz, e afinal na ilha est√£o todos sob uma s√≥ bandeira.

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A quem convém a exploração ilimitada dos nossos rios

Estudo do Banco Mundial parte do pressuposto que as normativas socioambientais é que devem se submeter às exigências dos investidores, e não o contrário.

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ENTREVISTA COM DOM CAPPIO - 'Decis√£o do Supremo foi subserviente'

Bispo se diz decepcionado com o ministro Carlos Alberto Direito, e o acusa de ter conduzido o processo ‚Äúde forma tendenciosa‚ÄĚ

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ANTES DO RIO, MORRE A TERRA

O famigerado projeto de transposi√ß√£o do S√£o Francisco, independentemente do desfecho da quest√£o, gerou pelo menos um fato positivo: a discuss√£o sobre a revitaliza√ß√£o do rio, para alguns como condi√ß√£o pr√©via e para outros como uma a√ß√£o simult√Ęnea √† transposi√ß√£o, ali√°s justificada e viabilizada por ela ¬ĺ o ‚Äútoma-l√°-d√°-c√°‚ÄĚ de S√£o Francisco de novo?

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T√ĀTICAS PARA ‚ÄúVENDER‚ÄĚ A TRANSPOSI√á√ÉO*

Espero que semelhan√ßas entre a transposi√ß√£o do S√£o Francisco e o TRT-SP fiquem na insufici√™ncia, pelo menos quanto ao divulgado at√© o dia 28/08/00, de defini√ß√Ķes de projeto. Considero deriva√ß√Ķes fluviais grande equ√≠voco, mesmo as citadas como casos de √™xito. A do Colorado para a Calif√≥rnia s√≥ pode ser considerada √™xito por quem n√£o v√™ imoralidade em impedir que uma gota d‚Äô√°gua chegue √† foz em territ√≥rio mexicano. Essa imoralidade cresce de significado quando se percebe a indisposi√ß√£o em controlar enchentes e inunda√ß√Ķes, na pr√≥pria Calif√≥rnia.

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O LUAR PRATEIA TAMB√ČM O SUJO VELHAS *

Lembro-me, da remota inf√Ęncia, de que, reduzida a braseiro a fogueira de S√£o Jo√£o, os mais velhos tinham o h√°bito de descerem ao rio para um mergulho, enquanto outros, mais est√≥icos, iam pular fogueira. Diziam que o rio era bem mais quente que o ar √† meia noite, e imersos nele n√£o sentiam frio algum. Na segunda metade do s√©culo as mudan√ßas culturais aceleraram de vez, porque logo depois, chegada minha idade de participar, notei que o h√°bito tinha desaparecido completamente. N√£o foram s√≥ os h√°bitos que mudaram: antes deles mudou a terra.

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TRANSPOSI√á√ÉO DO S√ÉO FRANCISCO ‚Äď O DIA SEGUINTE *

Inicialmente manifestei n√£o ter opini√£o fechada contra a transposi√ß√£o de 3% da vaz√£o regularizada do S√£o Francisco porque n√£o conhecia o projeto. Em princ√≠pio sou contra transposi√ß√Ķes. O res√≠duo de indefini√ß√£o foi concess√£o aos respons√°veis, do benef√≠cio da d√ļvida. Integrando comiss√£o do Projeto Manuelz√£o para estudar o assunto, obtive mais dados e hoje n√£o tenho essa d√ļvida. Contudo ela dissipou-se mais pelas m√£os eficazes do pr√≥prio governo que pelos argumentos dos contr√°rios posicionados de in√≠cio. Entre as a√ß√Ķes do governo que contribu√≠ram para que eu firmasse posi√ß√£o contr√°ria, assinalo esta: ele prop√Ķe-se executar a obra, mas n√£o quer saber da p√≥s-produ√ß√£o ‚Äď o dia seguinte da obra. Acho tamb√©m que a revitaliza√ß√£o do S√£o Francisco, como claramente se tem posicionado o Projeto Manuelz√£o, n√£o pode estar condicionada √† transposi√ß√£o. Se o for, estamos de fato muito mal em pol√≠ticas de gest√£o.

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TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO: AUDIÊNCIAS OU PLEBISCITO? *

Leio no Jornal da Ci√™ncia (eletr√īnico) que a SBPC, na Reuni√£o de Salvador, discutiu com certa intensidade a transposi√ß√£o do S√£o Francisco. Houve passagens boas, mas tamb√©m alguns esquecimentos importantes, como a anu√™ncia do cedente. Quem cede est√° cedendo territ√≥rio e n√£o vejo em audi√™ncias instrumento √† altura para anu√™ncia. O exigido deveria ser plebiscito.

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Rios irm√£os *

Deputado federal, na tribuna, usou argumento eticamente inaceit√°vel: que os contr√°rios √† transposi√ß√£o de √°guas do S√£o Francisco negam √°gua aos irm√£os nordestinos, como se esta fosse a √ļnica hip√≥tese a explicar posi√ß√£o contr√°ria. Tenho apresentado argumentos geol√≥gicos contr√°rios, come√ßando pelo de que h√° √°gua l√°, n√£o explorada em todo o seu potencial. Portanto h√° alternativas de atendimento √† demanda difusa, conforme a pr√≥pria ANA tem divulgado.

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Transposi√ß√£o ‚Äď A p√≥s-produ√ß√£o

As produ√ß√Ķes art√≠sticas t√™m itens or√ßament√°rios destinados √† p√≥s-produ√ß√£o. Este conceito pode ser aplicado √† transposi√ß√£o de √°guas do S√£o Francisco objetivando lan√ßar luz e indaga√ß√Ķes sobre a obra, que n√£o se limita √† transposi√ß√£o em si. A p√≥s-produ√ß√£o ser√° obrigatoriamente o sistema de distribui√ß√£o local. A exeq√ľibilidade, n√£o da transposi√ß√£o, mas dessa distribui√ß√£o final aos 12.000.000 de habitantes, dispersos em cerca de 400.000 km2, √© invi√°vel.

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Jejum no dia da mentira nacional

[EcoDebate] Primeiro de Abril √© o dia da mentira, agora da mentira nacional. V√°rios movimentos sociais aproveitam o dia para esticar o nariz de Lula, Ciro Gomes e Geddel Vieira Lima, denunciando as ‚Äúmentiras da transposi√ß√£o e a verdade do povo‚ÄĚ. Outros movimentos, embalados pela proposta, trazem outras mentiras, devidamente ocultadas, como a da reforma previdenci√°ria. Talvez pud√©ssemos colocar tamb√©m essa feita √†s surdinas pelo presidente da Rep√ļblica, atrav√©s de uma Medida Provis√≥ria (www.correiocidadania.com.br) que √© a amplia√ß√£o da √°rea desmat√°vel da Amaz√īnia para 1.500 hectares. Haver√° mobiliza√ß√Ķes em v√°rios cantos do pa√≠s e assim se deslan

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TRANSPOSIÇÃO: uma análise cartesiana

Este trabalho mostra o quadro real da Transposi√ß√£o, como tudo ocorreu desde o in√≠cio e as raz√Ķes subterr√Ęneas que levam √† execu√ß√£o desta mega-obra que, em nada, resolver√° os problemas h√≠drico do Semi-√Ārido brasileiro. Esta regi√£o j√° possui um grande manancial de √°gua constru√≠do pela tenacidade do homem do Nordeste. √Č um grande cubo de 37 quil√īmetros c√ļbicos de √°gua armazenados nos milhares de reservat√≥rios espalhados por todos os quadrantes do Semi-√Ārido. Falta apenas uma grande e potente rede de adutoras para levar esta √°gua a todos os recantos desta grande regi√£o. Esta rede j√° come√ßou, faltando t√£o somente dota√ß√Ķes e recursos para o aceleramento das obras. Estas adutoras independem do canal da Transposi√ß√£o porque as √°guas j√° est√£o acumuladas nos seus reservat√≥rios.

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TRANSPOSIÇÃO DO S. FRANCISCO

Alberto Daker - Especialista em Recursos Hídricos 07/04/2008

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Uma vis√£o consistente do aquecimento global

‚ÄúFocar em tentativas f√ļteis de conter o aquecimento √© desperdi√ßar um dinheiro que poderia ser investido em tecnologias futuras‚ÄĚ

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‚ÄúDesarrollo‚ÄĚ, indignaci√≥n y cambio social

‚ÄúLa indignaci√≥n es lo √ļnico que nos queda‚ÄĚ, seg√ļn el fil√≥sofo colombiano Freddy √Ālvarez. Despu√©s de cinco siglos de hipocres√≠a organizada para facilitar el acceso a mercados cautivos, materia prima abundante, mano de obra barata, mentes obedientes y cuerpos disciplinados, desde el colonialismo imperial hasta el actual imperialismo sin colonias, s√≥lo la indignaci√≥n puede crear energ√≠a colectiva para el cambio social. La historia es una fuente de indignaci√≥n colectiva; nos ayuda a entender el por qu√©, el qui√©nes y el c√≥mo del presente que queremos cambiar. Pero estar indignado no es estar molesto. Se molestan los que est√°n inc√≥modos por ser sacados de una normalidad que les beneficiaba. Estar indignado es estar en desacuerdo con la crueldad de la econom√≠a, la violencia de la globalizaci√≥n, las injusticias de la desigualdad, la arbitrariedad de las invasiones, el absurdo de las guerras, la farsa de la democracia representativa, la violencia de la exclusi√≥n, la privatizaci√≥n de lo p√ļblico y la mercantilizaci√≥n de la vida. El indignado no se molesta con la ruptura de su tranquilidad: √©l reacciona a la normalidad que domestica nuestra voluntad de cambiar el mundo.

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Amaz√īnia volta a atropelar, artigo do jornalista Washington Novaes

‚ÄúJ√° que o governo federal segue, decidido, com o projeto de concess√£o, poderia pelo menos promover uma ampla discuss√£o p√ļblica dos trabalhos pr√≥ e contra o manejo‚ÄĚ

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Algumas observa√ß√Ķes sobre os custos da hidrel√©trica Belo Monte, artigo de Marcos Vinicius Miranda da Silva

‚ÄúA constru√ß√£o de grandes usinas hidrel√©tricas na Amaz√īnia talvez ainda seja a melhor op√ß√£o de oferta de energia el√©trica para o pa√≠s sob o ponto de vista econ√īmico, mas isso precisa ser comprovado‚ÄĚ

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INTEGRAÇÃO DE BACIAS?*

A leitura mais precoce do homem sobre a terra √© a da bacia hidrogr√°fica, porque este conceito geogr√°fico tem significado f√≠sico evidente: Do seu per√≠metro formado por cristas reconhec√≠veis ou por chapadas em que o divisor de √°guas √© tenuemente marcado na paisagem, escoam √°guas para eixos topograficamente baixos, que convergem, formando rede hierarquizada de c√≥rregos, ribeir√Ķes, rios locais e grandes rios que d√£o nomes √†s bacias.

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PT e PSDB de m√£os dadas

Nunca vi cabe√ßa de bacalhau, mendigo careca, santo de √≥culos, ex-corrupto, nem filho de prostituta chamado J√ļnior. Nunca imaginei que, fora dos grot√Ķes, onde o compadrio prevalece sobre princ√≠pios ideol√≥gicos, veria uma alian√ßa entre PT e PSDB. Mas o imposs√≠vel acontece em Belo Horizonte, com ampla aprova√ß√£o das bases petistas.

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A Razão Última da Transposição, por Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] Ainda na década de 80 um grupo de jovens empresários e políticos chegou ao poder no Ceará, capitaneado por Ciro Gomes e Tasso Gereissati. Eles tinham derrubado velhas e atrasadas oligarquias cearenses incrustadas no poder.

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Alerta Global ! A quem interessa alienar-se ?

Uma avestruz, quando tem medo, mete a cabe√ßa sob a terra, e d√° margem a ser devorada por predadores. O mundo ocidental, p√≥s-Revolu√ß√£o Cient√≠fica e Industrial, e o malfadado capitalismo (do eurocentrismo branco ao american way of life), tendo ‚Äúvencido‚ÄĚ o mundo primitivo, chamado de ‚Äúselvagem‚ÄĚ (como os ‚Äú√≠ndios‚ÄĚ), conquistando a Lua e parte da mat√©ria e da energia, v√™-se em processo autof√°gico (auto-devoramento). Tal processo emerge a cada dia de uma s√©rie causal complexa de degrada√ß√Ķes constantes, que se assomam num continuum que reverbera por muitos anos depois de ocorrida uma a√ß√£o. A exemplo de um lix√£o, que mais tarde compromete toda uma regi√£o de len√ß√≥is fre√°ticos, ou a exemplo de um consumo inconsciente com alimenta√ß√£o artificial e quimificada, que em alguns anos gera um c√Ęncer ou um a s√©rie de doen√ßas degenerativas (h√° uma ‚Äúepidemia‚ÄĚ delas hoje).

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Quando a água é conflito, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] Os conflitos pela √°gua praticamente duplicaram no Brasil de 2006 (45) para 2007 (86). O n√ļmero de fam√≠lias envolvidas saltou de 13.072 para 32.746. Poder√≠amos at√© dizer que a CPT antes n√£o estava conseguindo interpretar corretamente os fatos e n√£o prestava aten√ß√£o nos conflitos pela √°gua, que agora est√° mais preparada, portanto, os conflitos est√£o sendo registrados com mais precis√£o. Pode ser, mas sem d√ļvida o aumento dos conflitos pela √°gua, fato mundial, tamb√©m vai se ampliando no territ√≥rio brasileiro, em fun√ß√£o da pol√≠tica que vai sendo implantada. Dezenove estados registram conflitos pela √°gua. Minas Gerais com 20 ocorr√™ncias √©, de longe, o estado mais conflitivo.

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O PNUD e a água, por Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] O Programa das Na√ß√Ķes Unidas para o Desenvolvimento esse ano focou a quest√£o da √°gua. Em termos mundiais n√£o trouxe grandes novidades. Os 1,1 bilh√£o de pessoas que passam sede e os 2,6 bilh√Ķes que n√£o t√™m saneamento apenas alargaram as estat√≠sticas que j√° existiam na C√ļpula Mundial do Meio Ambiente de Johannesburgo em 2002.

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Os governadores petistas e a transposição, por Roberto Malvezzi (Gogó)

Um desafio ético e político se coloca para os governadores petistas eleitos no Nordeste -Wagner da Bahia, Deda do Sergipe e Wellington do Piauí -, isto é, como vão se posicionar diante da transposição do rio São Francisco?

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Comparação da Transposição e Obras da ANA, por Roberto Malvezzi (Gogó)

√Č inevit√°vel a compara√ß√£o entre as vantagens da Transposi√ß√£o anunciadas pelo governo com as vantagens das propostas da Ag√™ncia Nacional de √Āguas no Atlas do Nordeste. Todo militante, todo pol√≠tico, todo governador do Nordeste, o presidente da Rep√ļblica, o judici√°rio, deveriam estar absolutamente cientes dessa realidade antes de encaminhar qualquer obra. √Č simples e irrefut√°vel. Os dados da Transposi√ß√£o s√£o do Minist√©rio da Integra√ß√£o, os dados da ANA est√£o no Atlas do Nordeste da Ag√™ncia Nacional de √Āguas. Nem vamos questionar aqui os n√ļmeros do Minist√©rio da Integra√ß√£o, j√° contestados por tantos especialistas e pelo Tribunal de Contas da Uni√£o. Nem que todos os n√ļmeros da transposi√ß√£o fossem verdadeiros, em nenhum item levam vantagem sobre as propostas da Ag√™ncia Nacional de √Āguas.

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As √Āguas de Marte, por Roberto Malvezzi (Gog√≥)

As fotos do oceano de água num dos pólos de Marte, congelada, mas com um filete brilhante que induz à pressuposição de água corrente, mais uma vez nos leva a perguntar sobre a possibilidade de vida no planeta tão vermelho, tão próximo, tão distante. Dizem os cientistas que se essa água fosse derretida, uma camada líquida de onze metros de profundidade envolveria toda superfície de Marte. Portanto, há água fora da Terra.

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Geddel e a Transposição, por Roberto Malvezzi(Gogó)

[EcoDebate] O Ministro Geddel Vieira Lima agora é um defensor da transposição, ele que foi sempre contra. Afirmou que era contra porque não conhecia. Portanto, ou era superficial antes, ou é superficial agora. Esse não é o problema da sociedade civil que há quase 15 anos debate esse projeto e praticamente o conhece até em seus pontos e vírgulas.

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Na Guerra da Transposição não há inocentes - O sertão pede a verdade

[EcoDebate] Hoje, uma moderna leitura do que seja o semi-√°rido, baseada em novas leituras cient√≠ficas da realidade e na experi√™ncia concreta que vem se acumulando em d√©cadas de trabalho realizado pelos aut√™nticos movimentos sociais junto a suas bases, indica que essa regi√£o √© t√£o vi√°vel como qualquer outra do planeta, desde que se desenvolva uma cultura adaptada √†s suas caracter√≠sticas. Para n√≥s, dos movimentos sociais, esse novo modelo de desenvolvimento se chama ‚Äúconviv√™ncia com o semi-√°rido‚ÄĚ.

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Os Prejudicados da Transposição, por Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] O governo tem dito que ‚Äúa transposi√ß√£o vai beneficiar 12 milh√Ķes de pessoas sem prejudicar ningu√©m‚ÄĚ. S√≥ se for nas contas do governo. Sem falar nos 100 mil relocados de Sobradinho e Itaparica, nos pescadores que perderam seus peixes, nos agricultores que perderam suas terras e ilhas, sem falar nos que ser√£o relocados mais uma vez pela constru√ß√£o de Riacho Seco, sem falar nos √≠ndios que sofreram todas as conseq√ľ√™ncias dessas barragens e agora ter√£o as bombas sugando √°gua no p√© de sua ilha, h√° ainda muito que considerar. Se olhasse, ainda que por um √ļnico instante, o Atlas do Nordeste feito pela Ag√™ncia Nacional de √Āguas, o governo iria ver que os prejudicados pela transposi√ß√£o somam mais de 32 milh√Ķes de Nordestinos.

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Cabrobó de novo, por Roberto Malvezzi* (Gogó)

A ocupação das terras onde deveria acontecer a tomada de água do eixo norte da transposição é real, não simbólica. Ela pertence aos índios Trukás, que as querem de volta. Ontem plantaram e, nesse gesto simbólico, reocuparam a área.

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A Globaliza√ß√£o das √Āguas Nordestinas, por Roberto Malvezzi (Gog√≥)

[EcoDebate] Temos dito oportuna e inoportunamente que a transposi√ß√£o de √°guas do S√£o Francisco √© a √ļltima grande obra da ind√ļstria da seca e a primeira do hidroneg√≥cio. O interesse das transnacionais do a√ßo no porto de Pec√©m, Fortaleza, j√° n√£o permitem qualquer d√ļvida a esse respeito. O governo central sabe disso, inclusive o presidente, por isso se recusa em considerar qualquer alternativa, postando-se como um governo cego e surdo.

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Terra + √Āgua = Poder, por Roberto Malvezzi (Gog√≥)

[EcoDebate] Intelectuais ligados √† universidade e homens do agroneg√≥cio dizem continuamente que a quest√£o agr√°ria est√° superada no Brasil, que o momento oportuno da reforma agr√°ria ficou perdido na hist√≥ria e hoje n√£o faz mais sentido econ√īmico realiz√°-la. Essa teoria, tantas vezes desmentida pelos √≠ndices de viol√™ncia no campo, agora se ilustra com um fato mais pol√≠tico que econ√īmico, pondo em confronto a Confedera√ß√£o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e a patronal Confedera√ß√£o da Agricultura e Pecu√°ria do Brasil (CNA). Enquanto a CNA afirma que os agricultores que tiverem mais que dois m√≥dulos fiscais de terra s√£o empres√°rios, portanto devem contribuir com a CNA, a CONTAG argumenta que s√£o √≠ndices superados, que at√© quatro m√≥dulos s√£o agricultores familiares, portanto, devem contribuir com a CONTAG. Os n√ļmeros parecem insignificantes diante da vastid√£o das terras brasileiras, mas a simples inclus√£o de dois m√≥dulos para mais ou para menos pode reduzir pela metade a arrecada√ß√£o da CNA. O que o fato revela √© muito mais que a disputa pelos 80 milh√Ķes de reais. O que est√° em jogo √© a import√Ęncia da pequena agricultura, levando empres√°rios a disputarem as bases da CONTAG at√© em n√≠veis judiciais.

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O Atlas do Nordeste, por Roberto Malvezzi (Gogó)

Uma das mais belas surpresas oferecidas ao povo do Semi-√°rido brasileiro, particularmente aos governantes que honram o cargo que ocupam, foi o Atlas do Nordeste elaborado pela Ag√™ncia Nacional de √Āguas (ANA).

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Medidas urgentes frente al cambio climático y a la privatización del agua

Citando las conclusiones del informe 2007 emitido por el Panel Intergubernamental sobre Cambio Clim√°tico, el Lic. Julio Torres Mart√≠nez del Observatorio de la Ciencia y la Tecnolog√≠a de Cuba dijo que el cambio clim√°tico es una realidad que hace necesario medidas que cuestionen el modelo neoliberal de consumismo y libre comercio. Dirigi√≥ sus comentarios a los participantes que asist√≠an al VII Encuentro Hemisf√©rico de Lucha contra los Tratados de Libre Comercio, en La Habana, Cuba durante un panel llevado a cabo en la ma√Īana del jueves titulado: "El Medioambiente, Cambio Clim√°tico y Defensa de los Recursos Naturales".

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Transposição: para quê e para quem? Por Ruben Siqueira

[EcoDebate] Passamos quase 500 anos ouvindo falar em seca no Nordeste. O quadro pintado, nos discursos, na m√ļsica, na literatura, mostrava ch√£o gretado, lata d‚Äô√°gua na cabe√ßa, carro-pipa, menino buchudo chorando... O que se via e se ouvia era sobre sede e fome, migra√ß√£o, gastos p√ļblicos, regi√£o maldita... E tome preconceito contra os nordestinos! Afinal, a necess√°ria m√£o-de-obra barata n√£o pode mesmo ter o valor que merece!

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Entrevista com Ruben Siqueira: CPT considera desobediência aceitável para barrar obras no São Francisco

[Revista F√≥rum] Os primeiros soldados chegaram no s√°bado, 2. Com o acampamento militar preparado, o contingente desembarcou na ter√ßa-feira, 5. N√£o √© uma guerra, apesar de a disputa na Justi√ßa e o acirramento de √Ęnimos parecer uma. Trata-se do in√≠cio das obras da transposi√ß√£o das √°guas do S√£o Francisco. Enquanto a parte civil, constru√≠da por empreiteiras contratadas por licita√ß√£o ainda n√£o realizadas, o ex√©rcito brasileiro ir√° come√ßar a obra.

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A Luta contra a Transposição e o Desenvolvimentismo Neoliberal, por Ruben Siqueira

[EcoDebate] O desenrolar da luta contra o projeto de transposi√ß√£o de √°guas do Rio S√£o Francisco para os estados do PE, PB, RN e CE tem evidenciado mais que a trama que envolve o projeto, tem revelado bastante da conjuntura atual do pa√≠s. Interesses econ√īmicos e pol√≠ticos os mais diversos, regionais, nacionais e internacionais est√£o em disputa, os poderosos achando que conseguem se impor. A resistir os lutadores do povo que ainda restam.

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Canal do Sertão: Obra estimulará produção de etanol, por Ruben Siqueira (vide nota do Ecodebate)

[Jornal do Commércio] O Canal do Sertão passará pelas terras mais férteis de Pernambuco, irrigando, aproximadamente, 150 mil hectares. O projeto foi defendido ainda durante a gestão do governo anterior, que brigou que as obras de transposição incluíssem o Canal do Sertão, de forma a aumentar o benefício para Pernambuco. O canal vai duplicar a área irrigada entre Pernambuco e Bahia. Um benefício que deve ser explorado por usinas de álcool, interessadas em aproveitar a área para geração de etanol para exportação. O acordo com a Itochu já havia sido desenhado pelo governador do Estado em recente visita ao Japão.

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Transposição: para quê e para quem? Por Ruben Siqueira

[EcoDebate] Passamos quase 500 anos ouvindo falar em seca no Nordeste. O quadro pintado, nos discursos, na m√ļsica, na literatura, mostrava ch√£o gretado, lata d‚Äô√°gua na cabe√ßa, carro-pipa, menino buchudo chorando... O que se via e se ouvia era sobre sede e fome, migra√ß√£o, gastos p√ļblicos, regi√£o maldita... E tome preconceito contra os nordestinos! Afinal, a necess√°ria m√£o-de-obra barata n√£o pode mesmo ter o valor que merece!

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Mais que contra a transposi√ß√£o Caravana √© a favor de solu√ß√Ķes verdadeiras, por Ruben Siqueira*

A Caravana em Defesa do Rio S√£o Francisco e do Semi-√Ārido Contra a Transposi√ß√£o cumpriu seu objetivo de recolocar, em n√≠vel nacional, o debate sobre o desenvolvimento do semi-√°rido e a situa√ß√£o do rio, questionando se a transposi√ß√£o √© real solu√ß√£o ou mais problema para a t√£o sofrida regi√£o nordestina e para o pr√≥prio S√£o Francisco. A transposi√ß√£o √© como combater a fome construindo um imenso super-mercado, dizia, did√°tico, o pessoal da Caravana. Isso s√≥ interessa √† nova ‚Äúind√ļstria da seca‚ÄĚ, que ainda constr√≥i fortunas e mant√©m currais eleitorais, inclusive para elei√ß√Ķes presidenciais. Se o povo vai ter que pagar por √°gua t√£o cara, subsidiando os usos econ√īmicos intensivos em √°gua (fruticultura irrigada, cria√ß√£o de camar√£o, siderurgia, etc.), ele tem o direito de saber a verdade e escolher se aceita ou n√£o o ‚Äúpresente de grego‚ÄĚ. Mas isso lhe est√° sendo negado com a veicula√ß√£o de pe√ßas publicit√°rias, intencionalmente mentirosas.

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PRA QUÊ SISNAMA, CONAMA, IBAMA...???

No Brasil, urge a necessidade de promoção do diálogo social e político para reduzir o total desconhecimento que impera na sociedade brasileira sobre os direitos e deveres de cada um, em especial, sobre o acesso e o uso dos nossos recursos naturais.

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√Āgua: um bem econ√īmico de valor para o Brasil e o mundo

A polui√ß√£o e o uso desordenado dos recursos h√≠dricos, aos poucos, est√£o tornando a √°gua impr√≥pria para o consumo humano. Al√©m disto, tanto o crescimento demogr√°fico quanto o econ√īmico multiplicam os usos das √°guas e fazem crescer sua demanda, diante de uma oferta inel√°stica. A jun√ß√£o destes fatores leva a inferir que este recurso n√£o pode mais ser entendido como um bem comum, pois a confronta√ß√£o de sua disponibilidade com suas demandas tende a acarretar a escassez. Assim, faz-se necess√°rio reconhecer que a √°gua √© um bem econ√īmico e um recurso estrat√©gico essencial ao desenvolvimento econ√īmico e social dos pa√≠ses. Dentro deste contexto, pode-se inferir que a Bacia Amaz√īnica Brasileira disp√Ķe de um recurso estrat√©gico de valor econ√īmico e social e, em se acentuando este quadro, pode vir a despontar no cen√°rio internacional como uma das grandes pot√™ncias no tocante √† posse de √°gua doce superficial, pois √© uma das regi√Ķes do mundo que mais tem estoque deste recurso. No entanto, para que a regi√£o e o pa√≠s venham a usar e a defender, adequadamente seus recursos h√≠dricos, mediante a sua disponibilidade, √© preciso estabelecer e intensificar a regula√ß√£o, a valora√ß√£o e a conscientiza√ß√£o, de maneira que, gradativamente, a popula√ß√£o passe a utilizar, racionalmente, o recurso de forma que a √°gua, hoje abundante, possa permanecer com este status e, atrav√©s do mercado, promova uma nova rota de crescimento e desenvolvimento para a regi√£o amaz√īnica. Para tanto, h√° que se adotar formas de gest√£o que possibilitem zelar pela conserva√ß√£o quantitativa e qualitativa das √°guas e pela racionalidade dos usos e seu justo compartilhamento.

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Raposa Serra do Sol: Quem é vítima em Roraima?, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] Talvez um recuo no tempo e na memória possa ajudar a desfazer a enorme confusão em torno da retirada de arrozeiros da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima - suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mas ainda pendente de apreciação final.

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A poluição dos nossos rios

‚ÄúO planeta Terra est√° aqui para existir, se n√£o cuidar ele vai embora‚ÄĚ. De um sertanejo

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NORDESTE-UMA GRANDE SÊCA SE APROXIMA

‚ÄúSou l√° do Nordeste. N√£o nego meu natur√° Mas uma seca danada Me tangeu de l√° pra c√°‚ÄĚ Patativa do Assar√©

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Nordeste: obras inconclusas

Manoel Bomfim Ribeiro, eng. civil Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF, Séc. Executivo do CEEIVASF e Consultor da SRH/MMA

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Rede de açudes do Nordeste: a maior do planeta terra.

Manoel Bomfim Ribeiro, eng. civil Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF, Séc. Executivo do CEEIVASF e Consultor da SRH/MMA Brasília, 15/11/2005

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Revitaliza√ß√£o ‚Äď uma epop√©ia

Manoel Bomfim Ribeiro, eng. civil Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF e Consultor da SRH/MMA Brasília, 19/10/2005

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Transposição e as águas do Nordeste

‚ÄúEngenharia √©, as vezes, a arte de n√£o construir‚ÄĚ . Arthur Wellington

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A transposição de águas do rio São Francisco: o que representa para o Nordeste.

Manoel Bomfim Ribeiro Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF e Consultor da SRH/MMA

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Transposição: um grande equívoco

Manoel Bonfim Ribeiro foi Diretor do DNOCS/ Diretor da CODEVASF / Consultor SRH/MMA.

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√Āguas aduzidas para o Nordeste

Manoel Bomfim Ribeiro . Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF e Consultor da SRH/MMA

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A Volta da Transposição

Manoel Bomfim Ribeiro . Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF e Consultor da SRH/MMA

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Transposição e o Balanço Hídrico

Manoel Bomfim Ribeiro. Ex-diretor regional do DNOCS, da CODEVASF e Consultor da SRH/MMA

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Trasvase del río São Francisco

Brasilia, 30 setiembre 2007.- Una gr√ļa enorme escarba en un barro espeso. Poco a poco, un hilo de agua se abre paso entre el fango. Un top√≥grafo del ej√©rcito brasile√Īo hace mediciones. Al fondo, el majestuoso r√≠o S√£o Francisco, el Velho Chico, uno de los r√≠os m√°s m√≠ticos de Brasil: 2.863 kil√≥metros a trav√©s de las tierras secas del sert√£o.

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Ainda o Semi-√°rido

H√° uma nova concep√ß√£o do semi-√°rido, antag√īnica ao velho discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos. A nova concep√ß√£o do semi-√°rido ‚Äď que chamamos de conviv√™ncia com o semi-√°rido -come√ßa de seu rico potencial.

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COMENT√ĀRIO SOBRE A LIMINAR DE SUSPEN√á√ÉO DO MANDADO DE SEGURAN√áA IMPETRADO PELA AssoCIA√á√ÉO Mineira de Defesa do Ambiente contra o Projeto de Transposi√ß√£o das √Āguas do Rio S√£o Francisco.

COMENT√ĀRIO SOBRE A LIMINAR DE SUSPEN√á√ÉO DO MANDADO DE SEGURAN√áA IMPETRADO PELA AssoCIA√á√ÉO Mineira de Defesa do Ambiente contra o Projeto de Transposi√ß√£o das √Āguas do Rio S√£o Francisco.

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TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO - Perguntas e Respostas

Sou Ge√≥logo, com 32 anos de experi√™ncia profissional, dos quais 25 foram dedicados ao estudo das √°guas superficiais e subterr√Ęneas da Regi√£o do Nordeste do Brasil. Durante todos esses anos eu me tenho indagado se o Projeto de Transposi√ß√£o das √°guas do Rio S√£o Francisco seria a melhor op√ß√£o para solucionar os problemas oriundos da seca. Tal projeto saciar√° a sede do povo e promover√° condi√ß√Ķes ideais de mudan√ßa, diante do atual estado de pobreza apresentado pelos indicadores s√≥cio-econ√īmicos relativos √† Regi√£o Setentrional do Nordeste do Brasil? (Obs. Fazem parte da regi√£o setentrional os estados do Cear√°, Rio Grande do Norte, Para√≠ba e Pernambuco).

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