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Transposição do Rio São Francisco

A realidade h√≠drica, principalmente nos aspectos atinentes √† oferta e uso das √°guas, √© tema que, historicamente, tem marcado o debate sobre o Semi-√°rido. Essas preocupa√ß√Ķes t√™m sido enfocadas nos estudos da Funda√ß√£o Joaquim Nabuco nos √ļltimos anos e os esfor√ßos de seus pesquisadores v√™m-se concentrando na busca da compreens√£o da rela√ß√£o existente entre o solo, a √°gua e as plantas e sua import√Ęncia para a popula√ß√£o.

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Trabalhos de Jo√£o Suassuna editados ou citados na m√≠dia eletr√īnica

A pesquisa foi realizada utilizando-se os principais portais de busca existentes na internet, os quais resultaram em endere√ßos eletr√īnicos, em cujos conte√ļdos o pesquisador Jo√£o Suassuna √© citado.

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Artigos de João Suassuna editados no portal da Fundação Joaquim Nabuco

Os artigos podem ser acessados no seguinte endere√ßo eletr√īnico:

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Em debate com o ex-ministro Ciro Gomes, o pesquisador Jo√£o Suassuna denuncia os baixos volumes do rio S√£o Francisco

Em defesa da transposição do São Francisco, o então ministro da Integração Nacional explica o projeto do governo federal e é debatido por especialistas.

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CONTRIBUI√á√ÉO AO ESTUDO HIDROL√ďGICO DO SEMI-√ĀRIDO NORDESTINO

APRESENTA√á√ÉO √Č muito comum no Nordeste se questionar a exist√™ncia de √°gua quando da compra de uma propriedade ou mesmo em discuss√Ķes sobre fatores de produ√ß√£o na agropecu√°ria local. Volta e meia, quest√Ķes sobre o precioso l√≠quido v√™m √† tona com muita persist√™ncia. N√£o poderia ser diferente. O Nordeste √© uma regi√£o que apresenta peculiaridades bem marcantes em suas caracter√≠sticas geoambientais, provavelmente √ļnicas no mundo, as quais resultam na exist√™ncia de baixas reservas h√≠dricas, tanto de superf√≠cie como de subsolo, reservas essas de dif√≠cil acesso, principalmente em sua regi√£o semi-√°rida e, n√£o raro, com expressivos teores salinos nesses mananciais. Dessa forma, querer-se discutir a quest√£o da √°gua sem o conhecimento pr√©vio, mais aprofundado, de outros aspectos, principalmente os relacionados ao clima e ao solo da regi√£o, que t√™m significativa import√Ęncia no estabelecimento do potencial de disponibilidade e, principalmente, de qualidade √©, no nosso modo de entender, pura utopia. As discuss√Ķes deveriam passar, necessariamente, por outro tipo de tratamento, principalmente partindo daqueles que acreditam na √°gua como fator de reden√ß√£o da regi√£o. Sua import√Ęncia √© ineg√°vel, sobretudo numa regi√£o com uma popula√ß√£o estimada em 45 milh√Ķes de pessoas. Mas a forma de como esta quest√£o est√° sendo tratada √© equivocada e, em muitos casos, inconseq√ľente, havendo a necessidade de se estabelecerem crit√©rios mais cient√≠ficos e com uma vis√£o mais realista, na qual as limita√ß√Ķes, tanto de quantidade como de qualidade, passem a fazer parte do universo nordestino. Preocupados com essas quest√Ķes e, inclusive, levando em considera√ß√£o a grande contradi√ß√£o existente no discurso sobre o uso da √°gua e o real potencial oferecido pela regi√£o, √© que nos dispusemos a realizar o presente documento, fruto da compila√ß√£o e organiza√ß√£o de textos previamente elaborados por n√≥s na Funda√ß√£o Joaquim Nabuco, que acreditamos terem um conte√ļdo real√≠stico, de acordo com o objetivo que se deseja alcan√ßar, qual seja, o de prestar o devido esclarecimento sobre a realidade h√≠drica nordestina, notadamente nos aspectos de oferta e uso da √°gua na regi√£o. Organizados os textos, vislumbrou-se a necessidade de se esquematizar o documento em quatro temas principais de acordo com os assuntos neles abordados. A quest√£o da √°gua passou a ser tratada sob a perspectiva de identifica√ß√£o dos potenciais existentes na regi√£o e suas limita√ß√Ķes; das tecnologias de uso; da problem√°tica de mineraliza√ß√£o das √°guas traduzida em termos de saliniza√ß√£o e de alerta sobre a implementa√ß√£o do pol√™mico projeto de transposi√ß√£o do rio S√£o Francisco. Esse trabalho n√£o tem a pretens√£o de ser conclusivo com rela√ß√£o √†s quest√Ķes levantadas. Muito pelo contr√°rio. O que se pretende √©, t√£o somente, contribuir para um melhor entendimento das quest√Ķes relacionadas com a utiliza√ß√£o da √°gua no Nordeste, esperando que, atrav√©s dele, o tema venha a ser discutido em novos cen√°rios e dentro de uma perspectiva de clareza e de bom senso.

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Uma Metodologia para a Preparação do Combate aos Efeitos da Seca

João SUASSUNA - Pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco

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Tese de mestrado de Jo√£o Suassuna

Efeitos da associação do Sabiazeiro (Mimosa caesalpiniifolia Benth.) no comportamento do Jacarandá da Bahia (Dalbergia nigra Fr. Allen. ) e da Peroba Branca (Tabebuia stenocalyx Sprague & Stapf.) na zona da mata de Pernambuco.

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Transposição do Rio São Francisco na Perspectiva do Brasil Real

APRESENTA√á√ÉO - A realidade h√≠drica, principalmente nos aspectos atinentes √† oferta e uso das √°guas, √© tema que, historicamente, tem marcado o debate sobre o Semi-√°rido. Essas preocupa√ß√Ķes t√™m sido enfocadas nos estudos da Funda√ß√£o Joaquim Nabuco nos √ļltimos anos e os esfor√ßos de seus pesquisadores v√™m-se concentrando na busca da compreens√£o da rela√ß√£o existente entre o solo, a √°gua, os animais e as plantas e sua import√Ęncia para a popula√ß√£o. Ap√≥s o agravamento da crise do abastecimento h√≠drico do Nordeste no ano de 1999, a transposi√ß√£o do rio S√£o Francisco passou a ser vista como a √ļnica alternativa de solu√ß√£o do problema. Atualmente, existem dois cen√°rios bem definidos com rela√ß√£o ao tema. O primeiro √© o cen√°rio do imediatismo, caracterizado pela √Ęnsia de fazer chegar √°gua, a todo custo, nas torneiras da popula√ß√£o (pensamento muito comum na classe pol√≠tica), sem haver, no entanto, a preocupa√ß√£o com as conseq√ľ√™ncias impostas ao ambiente ao se adotar essa alternativa e o segundo √© o cen√°rio da pondera√ß√£o, caracterizado por preocupa√ß√Ķes constantes (principalmente na classe t√©cnica) com rela√ß√£o √†s limita√ß√Ķes das fontes h√≠dricas na condu√ß√£o do processo transposit√≥rio. O primeiro cen√°rio diz respeito √†s quest√Ķes do Brasil virtual e, o segundo, √†s quest√Ķes do Brasil real. O presente documento trata de uma colet√Ęnea, em ordem cronol√≥gica, dos textos sobre a Transposi√ß√£o do Rio S√£o Francisco elaborados pelo pesquisador Jo√£o Suassuna nos √ļltimos 15 anos, representando a sua contribui√ß√£o √† hidrologia nordestina, com a discuss√£o do assunto atrav√©s da fundamenta√ß√£o em fatos concretos, com alternativas e solu√ß√Ķes em torno de quest√Ķes que ainda se arrastam no esquecimento e, qui√ß√°, na ignor√Ęncia do povo, tudo no contexto do Brasil real. Existindo o alerta √†s limita√ß√Ķes do rio S√£o Francisco para o atendimento √† navega√ß√£o, gera√ß√£o de energia, irriga√ß√£o e abastecimento das popula√ß√Ķes sedentas do Nordeste, torna-se evidente a necessidade da realiza√ß√£o de um planejamento hidr√°ulico em sua bacia hidrogr√°fica, de forma a possibilitar as subtra√ß√Ķes volum√©tricas pretendidas. Finalmente, com a divulga√ß√£o desse trabalho, a Funda√ß√£o Joaquim Nabuco n√£o poder√° vir a ser acusada, no futuro, de ser omissa perante os problemas que por ventura venham a existir com a transposi√ß√£o do S√£o Francisco nos moldes atualmente previstos. Esse assunto √© considerado por todos como de extrema import√Ęncia para os des√≠gnios da regi√£o. O Autor.

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Canastra do rio S√£o Francisco

M√ļsica de ROBERTO DIAMANSO

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Instituto HSBC Solidariedade

Abertas as inscri√ß√Ķes de projetos

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Tecnologia Apropriada: Seleção do Sistema de Irrigação

Introdu√ß√£o - O interesse pela irriga√ß√£o, no Brasil, emerge nas mais variadas condi√ß√Ķes de clima, solo, cultura e socioeconomia. N√£o existe um sistema de irriga√ß√£o ideal, capaz de atender satisfatoriamente todas essas condi√ß√Ķes e interesses envolvidos. Em conseq√ľ√™ncia, deve-se selecionar o sistema de irriga√ß√£o mais adequado para uma certa condi√ß√£o e para atender os objetivos desejados. O processo de sele√ß√£o requer a an√°lise detalhada das condi√ß√Ķes apresentadas, em fun√ß√£o das exig√™ncias de cada sistema de irriga√ß√£o, de forma a permitir a identifica√ß√£o das melhores alternativas.

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Tecnologia Apropriada: Métodos eficientes evitam perda de água na agricultura

Bras√≠lia, 28 (Ag√™ncia Brasil - ABr) - Preocupados com o desperd√≠cio de √°gua nas casas e nas ind√ļstrias, nem sempre nos lembramos do que √© gasto no campo. Segundo Jos√© Chacon, criador do Movimento de Cidadania Pelas √Āguas, "a agricultura √© o setor campe√£o em perda, por meio de projetos de irriga√ß√£o mal dimensionados, defeitos em equipamentos de aspers√£o e planejamento inadequado na capta√ß√£o".

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Tecnologia Apropriada: Boa forragem de mato seco

Est√° certo que os caprinos s√£o animais resistentes, os mais adaptados aos rigores do ambiente semi-√°rido nos per√≠odos de estiagem. Contudo, n√£o precisam ser deixados √† pr√≥pria sorte quando a seca avan√ßa sobre o sert√£o e a √ļnica abund√Ęncia nas propriedades s√£o os restos de culturas, galhos e gravetos ressequidos. Com um pouco de recursos, o criador pode transformar este material endurecido, sem qualquer valor nutricional, em uma boa foragem para bodes e cabras.

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Tecnologia Apropriada: Pesquisa desenvolve tecnologias para o controle da cochonilha-do-carmim

O controle biol√≥gico e a sele√ß√£o de plantas resistentes s√£o tecnologias em estudo para conter a infesta√ß√£o em palmais cultivados no Nordeste, pela cochonilha-do-carmim. Projetos liderados pela Embrapa Semi-√Ārido, junto com Instituto Agron√īmico de Pernambuco ‚Äď IPA,, e a Empresa Estadual de Pesquisa Agropecu√°ria da Para√≠ba ‚Äď EMEPA, procuram tornar vi√°veis medidas de controle para o manejo integrado dessa praga que, por ano, causa preju√≠zos estimados em 150 milh√Ķes de reais.

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Tecnologia Apropriada: Livro destaca uso de √°gua das chuvas

A capta√ß√£o e o armazenamento das √°guas de chuva s√£o quest√Ķes chave nas estrat√©gias dos agricultores familiares para conviver com o ambiente quente e seco do sert√£o nordestino. Na regi√£o, proliferam experi√™ncias bem sucedidas de organiza√ß√Ķes comunit√°rias e de pol√≠ticas p√ļblicas em torno da ‚Äúguarda‚ÄĚ dessas √°guas para uso no abastecimento das fam√≠lias ou na produ√ß√£o agr√≠cola, quando a estiagem avan√ßa sobre as resid√™ncias e as propriedades.

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Bióloga orienta comunidade de pescadores em Icapuí, no Ceará

Pescadores e suas esposas s√£o orientados ao cultivo de algas marinhas

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Esalq pesquisa movimentação da vinhaça no solo

Estudo analisou ação do subproduto da produção de álcool em solos arenosos e argilosos. Aplicação incorreta pode contaminar lençol freático

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Apresentação do Deputado Augusto Bezerra (DEM-SE), na CIPE Sao Francisco

Socializamos com os senhores, a apresentação do Deputado Augusto Bezerra (DEM-SE), sobre a transposição do rio São Francisco, na CIPE São Francisco. No referido evento, o ilustre deputado conseguiu, de forma magistral, expressar a realidade dos fatos inerentes ao projeto e, de certa maneira, provar a veracidade de nossas teses decanas, principalmente à de mostrar que o projeto é insustentável, que irá acarretar impactos significativos na bacia do rio, além de privilegiar o agro e hidronegócio, ao invés de resolver os problemas de abastecimento da população carente do semiárido.

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Biocombustíveis de segunda geração

Ag√™ncia FAPESP ‚Äď Termina no dia 12 de julho o prazo para recebimento de propostas do edital do Programa de Coopera√ß√£o Brasil e Uni√£o Europeia na √Ārea de Biocombust√≠veis de Segunda Gera√ß√£o publicado em 27 de maio.

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Novo perfil do jovem do campo aponta identidade mais próxima da juventude urbana

ARTIGO SOBRE TESE DE MAURICIO ANTUNES CGEE/Dipes/Fundação Joaquim Nabuco

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Global fisheries report available

Resultados de pesquisas sobre pesca socializados por Truda Palazzo.

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Museu da Coprrupção

Museu brasileiro é um dos maiores do mundo.

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Várzeas de Sousa: após 11 anos, projeto continua precário

Menos de 30% das terras est√£o sendo utilizadas e sistema de drenagem, que custou R$ 26 milh√Ķes, est√° quase inutiliz√°vel.

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Tecnologia Apropriada ‚Äď Cisterna Rural

Na década de 80, o principal centro de desenvolvimento de tecnologias voltadas para a agropecuária do Semiárido nordestino era o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), localizado no município de Petrolina (PE). A criação e/ou adaptação de tecnologias de baixo custo para a agropecuária dependente de chuva absorveu uma parte considerável dos recursos humanos e financeiros do CPATSA no decorrer da década de 80. Tendo como base a avaliação de que a zona semiárida somente um terço dos estabelecimentos rurais com áreas inferiores a 200 hectares dispunham de recursos hídricos perenes, o CPATSA deu ênfase às pesquisas para a criação ou adaptação de tecnologias que proporcionassem maior estabilidade e eficiência às atividades agropecuárias dependentes de chuva (PORTO et al., 1990, p. 35).

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Tecnologia Apropriada ‚Äď Barreiro de Salva√ß√£o.

Na década de 80, o principal centro de desenvolvimento de tecnologias voltadas para a agropecuária do Semiárido nordestino era o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), localizado no município de Petrolina (PE). A criação e/ou adaptação de tecnologias de baixo custo para a agropecuária dependente de chuva absorveu uma parte considerável dos recursos humanos e financeiros do CPATSA no decorrer da década de 80. Tendo como base a avaliação de que a zona semiárida somente um terço dos estabelecimentos rurais com áreas inferiores a 200 hectares dispunham de recursos hídricos perenes, o CPATSA deu ênfase às pesquisas para a criação ou adaptação de tecnologias que proporcionassem maior estabilidade e eficiência às atividades agropecuárias dependentes de chuva (PORTO et al., 1990, p. 35).

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Tecnologia Apropriada ‚Äď Barragem Subterr√Ęnea.

Na década de 80, o principal centro de desenvolvimento de tecnologias voltadas para a agropecuária do Semiárido nordestino era o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), localizado no município de Petrolina (PE). A criação e/ou adaptação de tecnologias de baixo custo para a agropecuária dependente de chuva absorveu uma parte considerável dos recursos humanos e financeiros do CPATSA no decorrer da década de 80. Tendo como base a avaliação de que a zona semiárida somente um terço dos estabelecimentos rurais com áreas inferiores a 200 hectares dispunham de recursos hídricos perenes, o CPATSA deu ênfase às pesquisas para a criação ou adaptação de tecnologias que proporcionassem maior estabilidade e eficiência às atividades agropecuárias dependentes de chuva (PORTO et al., 1990, p. 35).

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Tecnologia Apropriada ‚Äď Capta√ß√£o de √Āgua de Chuva in situ

Na década de 80, o principal centro de desenvolvimento de tecnologias voltadas para a agropecuária do Semiárido nordestino era o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), localizado no município de Petrolina (PE). A criação e/ou adaptação de tecnologias de baixo custo para a agropecuária dependente de chuva absorveu uma parte considerável dos recursos humanos e financeiros do CPATSA no decorrer da década de 80. Tendo como base a avaliação de que a zona semiárida somente um terço dos estabelecimentos rurais com áreas inferiores a 200 hectares dispunham de recursos hídricos perenes, o CPATSA deu ênfase às pesquisas para a criação ou adaptação de tecnologias que proporcionassem maior estabilidade e eficiência às atividades agropecuárias dependentes de chuva (PORTO et al., 1990, p. 35).

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Tecnologia Apropriada ‚Äď Irriga√ß√£o por Potes de Barro

Na década de 80, o principal centro de desenvolvimento de tecnologias voltadas para a agropecuária do Semiárido nordestino era o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semiárido (CPATSA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), localizado no município de Petrolina (PE). A criação e/ou adaptação de tecnologias de baixo custo para a agropecuária dependente de chuva absorveu uma parte considerável dos recursos humanos e financeiros do CPATSA no decorrer da década de 80. Tendo como base a avaliação de que a zona semiárida somente um terço dos estabelecimentos rurais com áreas inferiores a 200 hectares dispunham de recursos hídricos perenes, o CPATSA deu ênfase às pesquisas para a criação ou adaptação de tecnologias que proporcionassem maior estabilidade e eficiência às atividades agropecuárias dependentes de chuva (PORTO et al., 1990, p. 35).

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Transposi√ß√Ķes de Bacias: exemplos reais e projetados.

O que podemos aprender com essa experiência no futuro.

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Proposta de Divulgação da biodiversidade marinha brasileira

Trata-se de uma oportunidade de trabalharmos realmente em rede. O projeto resume-se na viagem de um veleiro enorme (100 p√©s?) chamado Tocorime com apoio de cientistas ingleses e at√© da NASA. Visa estudar a biodiversidade marinha ao longo da costa brasileira, come√ßando por Fernando de Noronha. Ao mesmo tempo, o veleiro pretende aportar em algumas capitais (p.ex., Natal, Recife, Salvador, Vit√≥ria, Rio, Santos, Paranagu√°, Florian√≥polis, Rio Grande) para divulgar ao publico a nossa biodiversidade marinha e as amea√ßas que ela vem sofrendo. Haver√° palestras a bordo dada por cientistas das universidades locais e tamb√©m por ONGS (que pode ser a nossa rede) locais sobre os problemas ambientais da regi√£o. O p√ļblico alvo s√£o alunos do ensino fundamental de escolas locais (p√ļblicas e privadas) e o p√ļblico em geral. Uma forma de divulgar o mar para as comunidades costeiras e divulgar o trabalho de Darwin ao longo da costa Brasileira. Os organizadores do projeto (donos do veleiro) est√£o fazendo tudo com parcerias de institutos ingleses e pretendem conseguir fundos de empresas brasileiras para patrocinar a viagem. Tudo vai ser muito divulgado na m√≠dia. E uma boa oportunidade para a rede aparecer em escala nacional e ficar mais conhecida perante o p√ļblico. Talvez nem todos da rede possam participar, mas pelo menos aqueles que atuam nas capitais onde o veleiro possivelmente vai aportar. Os que se interessarem e poderem pe√ßo que entrem em contacto com Adriana Perusin por e-mail (adrianaperusin@gmail.com). Vai haver uma reuni√£o em Paraty em setembro para delinear o projeto (metas, log√≠stica, recursos, equipe, etc). Fred Brandini

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Tecnologia Apropriada: Barreiro-Trincheira

A partir das constata√ß√Ķes do CPATSA acerca das limita√ß√Ķes das tecnologias adaptadas e desenvolvidas na d√©cada de 80, aquele centro procurou redirecionar as suas pesquisas. A d√©cada de 90 presenciou o surgimento de v√°rias iniciativas de pesquisa tecnol√≥gica voltada para a conviv√™ncia da popula√ß√£o do semi√°rido nordestino com a seca. Aquelas iniciativas de entidades de natureza diversa: √≥rg√£os p√ļblicos, entidades particulares, organiza√ß√Ķes n√£o-governamentais (ONG¬īs). Estas √ļltimas formaram uma rede de interc√Ęmbio de informa√ß√Ķes sobre tecnologias para o semi√°rido do Nordeste. Dentre as ONG¬īs mais atuantes tanto na cria√ß√£o/adapta√ß√£o de tecnologias quanto na sua difus√£o, est√° o Centro de Assessoria de Apoio aos Trabalhadores de Institui√ß√Ķes N√£o-Governamentais Alternativas (CAATINGA), localizado no munic√≠pio de Ouricuri, na microrregi√£o do Sert√£o do Araripe, no Estado de Pernambuco.

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O TAV (Trem Bala) E A TECNOLOGIA NACIONAL

Aproxima-se o momento da abertura dos procedimentos de licita√ß√£o p√ļblica para projeto e obras do TAV ‚Äď Trem de Alta Velocidade, que ligar√° os aeroportos de Rio (Santos Dumont e Ant√īnio Carlos Jobim) aos de S√£o Paulo (Cumbica e Viracopos), tamb√©m atendendo algumas poucas paradas intermedi√°rias.

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Estratégias e desafios para a conservação de espécies nativas de peixes de Minas Gerais

A piscicultura brasileira teve uma primeira fase √°urea no Nordeste brasileiro, quando Rodolfo von Ihering desenvolveu a t√©cnica de ‚Äúhipofisa√ß√£o‚ÄĚ: uso de extrato dos horm√īnios da hip√≥fise para a indu√ß√£o da matura√ß√£o final de peixes de piracema. At√© ent√£o, essas esp√©cies, mesmo que desenvolvessem suas g√īnadas (ov√°rios e test√≠culos) em cativeiro, n√£o chegavam a desovar. Naquela √©poca, com o objetivo de suprir as necessidades de prote√≠na animal da popula√ß√£o da regi√£o, o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) incentivou o grande avan√ßo no conhecimento sobre a biologia e a reprodu√ß√£o em cativeiro de v√°rias esp√©cies de peixes.

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Escassez de água é ameaça mundial

O mundo s√≥ poder√° alimentar a popula√ß√£o adicional de 2,3 bilh√Ķes de pessoas at√© 2050 por meio da conserva√ß√£o da √°gua e do aumento da produtividade no campo, disse nesta sexta-feira, 14, o diretor do Instituto Internacional de Gerenciamento de √Āgua, Colin Chartres. A entidade tem sua sede no Sri Lanka.

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Parceiros em Ação

Release - Edital Parceiros em Ação

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Revista de Estudos e Comunica√ß√Ķes ‚Äď Leopoldianum

Edital de n√ļmero especial da revista Leopoldianum, da Unisantos, indexada na Qualis como multidisciplinar. O n√ļmero em quest√£o √© sobre meio ambiente e cidadania na zona costeira. Os textos podem ser enviados at√© 25 de setembro. Espero que se interessem em publicar. Icaro Cunha, da Ag√™ncia Costeira.

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Tecnologia Apropriada: Cisterna de Placas Pré-Moldadas

A partir das constata√ß√Ķes do CPATSA acerca das limita√ß√Ķes das tecnologias adaptadas e desenvolvidas na d√©cada de 80, aquele centro procurou redirecionar as suas pesquisas. A d√©cada de 90 presenciou o surgimento de v√°rias iniciativas de pesquisa tecnol√≥gica voltada para a conviv√™ncia da popula√ß√£o do semi√°rido nordestino com a seca. Aquelas iniciativas de entidades de natureza diversa: √≥rg√£os p√ļblicos, entidades particulares, organiza√ß√Ķes n√£o-governamentais (ONG¬īs). Estas √ļltimas formaram uma rede de interc√Ęmbio de informa√ß√Ķes sobre tecnologias para o semi√°rido do Nordeste. Dentre as ONG¬īs mais atuantes tanto na cria√ß√£o/adapta√ß√£o de tecnologias quanto na sua difus√£o, est√° o Centro de Assessoria de Apoio aos Trabalhadores de Institui√ß√Ķes N√£o-Governamentais Alternativas (CAATINGA), localizado no munic√≠pio de Ouricuri, na microrregi√£o do Sert√£o do Araripe, no Estado de Pernambuco.

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O DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE COMO PROJETO NACIONAL: um esboço

Na √≥tica de Mangabeira Unger, existe um vazio de projetos para a promo√ß√£o do desenvolvimento do Nordeste, o qual remonta √† √©poca de Celso Furtado. Infelizmente, para o preenchimento desse vazio, Unger prop√Ķe, como um dos pilares para o desenvolvimento da regi√£o, a constru√ß√£o de grandes obras de infraestrutura h√≠drica, a exemplo da transposi√ß√£o do Rio S√£o Francisco. Cremos que devido ao longo per√≠odo que ficou afastado do pa√≠s, Mangabeira Unger deu provas de total desconhecimento da hidrologia do Brasil, o que resultou em um documento completamente desfocado da realidade do Nordeste Seco. Jo√£o Suassuna.

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"Nova bicicleta"

Est√° acesa a disputa para encontrar uma "nova bike"... com a finalidade de meio de transporte (n√£o esportivo). Algo que reuna baixa demanda de energia, praticidade de manobra e extrema portabilidade.

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MITIGAÇÃO, ADAPTAÇÃO E ENERGIA: O NORDESTE NO ENFRENTAMENTO DO AQUECIMENTO GLOBAL

INTRODU√á√ÉO: O processo de aquecimento global, que produziu eleva√ß√£o de temperatura atmosf√©rica m√©dia de 0,2oC nas tr√™s d√©cadas do s√©culo passado (QUEIROZ; ANDRADE; FAGUNDES, 2006) e √© estimado que assim a continuar√° elevando, no m√≠nimo, nesta e nas pr√≥ximas, j√° produziu ao redor da Terra aumento das secas, das inunda√ß√Ķes, de furac√Ķes, enquanto vai derretendo os gelos eternos dos glaciares, acarretando subida do n√≠vel dos oceanos. As vari√°veis relacionadas aos efeitos deste processo s√£o causas de aumento de risco relativo a desastres naturais de incid√™ncia local e redu√ß√£o de produtividade agropecu√°ria diretamente causada pelo aumento da temperatura, esta de amplitude geral nos tr√≥picos. H√° duas formas de se pensar provid√™ncias a serem tomadas no que diz respeito √† redu√ß√£o de efeitos presentes e futuros provocados por este fen√īmeno: medidas de mitiga√ß√£o, que tratam de reduzir ou eliminar as causas do aquecimento global, levando √† diminui√ß√£o dos seus efeitos e, consequentemente, a menor probabilidade de preju√≠zos futuros, sem solucionar problemas j√° em curso; medidas de adapta√ß√£o, estas voltadas ao desenvolvimento e ado√ß√£o de solu√ß√Ķes que permitam conviver com os novos climas, minimizando os preju√≠zos, atrav√©s de mudan√ßas que j√° come√ßam a fazer parte do cotidiano das pessoas. Medidas de mitiga√ß√£o da mudan√ßa do clima s√£o bens p√ļblicos, os custos s√£o inerentes √†queles que as adotam e os benef√≠cios pertencem a toda humanidade presente e futura. Benef√≠cios assim t√£o largamente espraiados t√™m fra√ß√£o praticamente nula apropriada pelos agentes que os produzem, conquanto sejam agentes individuais ou mesmo tomados como a coletividade de uma cidade ou at√© de um estado-prov√≠ncia, ainda que este seja grande como o estado da Calif√≥rnia, nos EUA, cujo produto √© maior do que o da maior parte dos pa√≠ses da ONU. Os custos, todavia, incidem sobre o adotante, a menos de parcela que lhe seja subsidiada. A externalidade do benef√≠cio torna, em geral, a parcela apropriada pelo agente uma inexpressiva reduzida fra√ß√£o do seu custo, praticamente nula. Sendo assim, as medidas de mitiga√ß√£o, visando fundamentalmente √† desacelera√ß√£o do avan√ßo do aquecimento, reduzindo as emiss√Ķes globais de gases de efeito estufa, devem estar sob responsabilidade da comunidade internacional, principalmente dos pa√≠ses localizados ao norte do Tr√≥pico de C√Ęncer, os grandes respons√°veis pela constru√ß√£o do problema de aumento descontrolado da concentra√ß√£o de CO2 na atmosfera. As medidas de adequa√ß√£o diferem radicalmente das de mitiga√ß√£o no que concerne √† distribui√ß√£o da apropria√ß√£o dos benef√≠cios. Visam manter a capacidade de produ√ß√£o e t√™m seus resultados tipicamente apropriados, de forma majorit√°ria, pelos que as adotam. Esta diferen√ßa, em geral n√£o √© real√ßada na literatura sobre aquecimento global por√©m √© crucial no entendimento do n√≠vel de inst√Ęncia do estado a que compete regular as a√ß√Ķes dos agentes econ√īmicos referentes a cada uma delas. Dentre estas medidas, ser√£o analisadas algumas que atendem aos requisitos de funcionar tanto como medidas de mitiga√ß√£o quanto medidas de adapta√ß√£o ao aquecimento global. As medidas analisadas s√£o as encontradas ao se enveredar pelo caminho da bioenergia, e podem ser aplicados nas regi√Ķes nordestinas. S√£o medidas a serem tomadas pelo governo brasileiro, estudadas sob outros √Ęngulos no GT Clima - Grupo de Trabalho de Mudan√ßas Clim√°ticas. O governo brasileiro publicou, traduzido ao portugu√™s, o sum√°rio, para formuladores de pol√≠ticas p√ļblicas, do relat√≥rio do Grupo II do IPCC ‚Äď Intergovernmental Panel on Climate Change (ADGER et al., 2007), em rela√ß√£o ao qual se pode tamb√©m notar ser o presente trabalho um avan√ßo.

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Projeto leva √°gua ao sert√£o

Em Pernambuco, um engenheiro construiu barragens no leito dos riachos que formam cisternas naturais depois do período de chuvas. A ideia devolve o verde para uma região castigada pela seca.

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Convite Comiss√£o Meio Ambiente 15.12

Discuss√£o, no √Ęmbito do projeto de Transposi√ß√£o do rio S√£o Francisco, da constru√ß√£o de 5 barragens - tr√™s na bacia do rio Paracatu, uma no rio Urucuia e outra no rio das Velhas - pela CODEVASF, com recursos previstos no PAC.

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Relatório de atividades da Estação Ambiental Mangue Pequeno referente ao mês de janeiro de 2010

Fundação Brasil Cidadão - A Estação Ambiental Mangue Pequeno de vento em popa

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OS IMPACTOS NEGATIVOS NA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO, monografia de Paulo Robério Martins de Sousa

Monografia apresentada ao Centro Integrado de Tecnologia e Pesquisa - CINTEP, Instituto Superior de Educa√ß√£o N. Sra. de Lourdes ‚Äď ISED, como exig√™ncia para obten√ß√£o do T√≠tulo de Especialista em Ci√™ncias Ambientais.

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AN√ĀLISE E PREVIS√ÉO CLIM√ĀTICA PARA O PER√ćODO MAR√áO ABRIL E MAIO DE 2010 PARA O NORTE DO NORDESTE DO BRASIL

As Reuni√Ķes Clim√°ticas s√£o um F√≥rum de discuss√£o das condi√ß√Ķes dos oceanos e da atmosfera realizado pelos Centros Estaduais de Meteorologia do Nordeste, com a participa√ß√£o de representantes do Centro de Previs√£o de Tempo e Estudos Clim√°ticos (CPTEC) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Tamb√©m participa dessas reuni√Ķes representantes da Defesa Civil, Meio Ambiente, Agricultura, dentre outros √≥rg√£os. Ao final desse F√≥rum √© divulgado um Relat√≥rio que descreve a tend√™ncia clim√°tica para os tr√™s meses seguintes. Entre os dias 18 e 19 de fevereiro de 2010 realizou-se na cidade de Natal-RN a III Reuni√£o de An√°lise e Previs√£o Clim√°tica para Nordeste brasileiro, onde foi elaborada a Previs√£o Clim√°tica para o trimestre que vai de mar√ßo a maio de 2010 para essa Regi√£o.

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Fundação O Boticário abre processo seletivo para projetos de conservação.

A Funda√ß√£o O Botic√°rio ap√≥ia projetos de por meio de dois editais anuais, que t√™m como data limite 31 de mar√ßo e 31 de agosto. Podem concorrer ao financiamento propostas desenvolvidas por organiza√ß√Ķes n√£o-governamentais ou funda√ß√Ķes ligadas a universidades e que contribuam efetivamente para a conserva√ß√£o da natureza no Brasil.

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Engenheira agr√īnoma da Adeal conclui doutorado em fitopatologia

A Ag√™ncia de Defesa e Inspe√ß√£o Agropecu√°ria de Alagoas (Adeal) ganhar√°, esta semana, uma doutora em sua equipe. A engenheira agr√īnoma Juliana Paiva Carna√ļba conclui, quinta-feira (11), seu doutorado na √°rea de fitopatologia, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

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EMBRAPA FAZ PESQUISAS EM NOVO CENTRO DE REFERÊNCIA EM AQUICULTURA NO RIO SÃO FRANCISCO

O Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura (Ceraqua) será inaugurado no dia 16 de março, em Porto Real do Colégio-AL, à margem do rio São Francisco, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Nele a Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE) já iniciou e desenvolve diversos projetos de pesquisa.

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√Āguas do Tocantins para o S√£o Francisco, por Luiz Carlos Baldicero Molion

A redu√ß√£o da vaz√£o do rio S√£o Francisco, em rela√ß√£o √† m√©dia hist√≥rica, √© uma amea√ßa √† gera√ß√£o de energia nas usinas constru√≠das em sua bacia e ao uso de suas √°guas para consumo e agricultura. Uma poss√≠vel solu√ß√£o para esse problema seria a transposi√ß√£o, para esse rio, de √°guas da bacia do rio Tocantins. Essa adi√ß√£o permitiria ampliar a produ√ß√£o de eletricidade e a √°rea agr√≠cola irrigada no vale do S√£o Francisco e ainda p√īr em pr√°tica o plano de levar mais √°gua a outros estados do Nordeste.

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Criação da Rede Desertificação

Prezados/as colegas, Compartilho com vocês a notícia de instituição da Rede sobre Desertificação do Semiárido Brasileiro - Rede Desertificação, cujo processo de elaboração tive a satisfação de participar de forma institucional. Anexo a Portaria de Criação da Rede. Edneida Cavalcanti (edneida.cavalcanti@fundaj.gov.br)

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POSTE DE ILUMINA√á√ÉO P√öBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA E√ďLICA E SOLAR

Empres√°rio cearense desenvolve o primeiro poste de ilumina√ß√£o p√ļblica 100% alimentado por energia e√≥lica e solar.

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O Sapo da Seca

A água é um recurso indispensável para plantas, homens e animais se manterem vivos.

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PROGRAMA BAIANO DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO E MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA

Apresenta√ß√£o - A desertifica√ß√£o possui abrang√™ncia mundial e √© um assunto interessante pois est√° diretamente relacionada com as quest√Ķes ambientais, bem como, os modelos de desenvolvimento vigentes, rompendo com as interpreta√ß√Ķes de origem clim√°tica ou de fundo apenas tecnol√≥gico. Segundo a Conven√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para o Combate √† Desertifica√ß√£o (CCD), assinada em 1994 e validada no Brasil em 1997, a desertifica√ß√£o ‚Äú√© a degrada√ß√£o das terras nas zonas √°ridas, semi-√°ridas e sub-√ļmidas secas, resultantes de v√°rios fatores, incluindo variabilidades e mudan√ßas clim√°ticas e as atividades humanas‚ÄĚ. Por sua vez, degrada√ß√£o da terra significa a perda ou redu√ß√£o da produtividade econ√īmica ou biol√≥gica causadas por: eros√£o do solo; deteriora√ß√£o das propriedades do solo; e perda da vegeta√ß√£o natural. Significando desta maneira, a destrui√ß√£o da base de recursos naturais, como resultado da a√ß√£o do homem sobre o meio ambiente, e de fen√īmenos naturais, como a variabilidade clim√°tica (PAN-Brasil, 2004). A desertifica√ß√£o √© um processo que traz conseq√ľ√™ncias dram√°ticas e em muitos casos, de dif√≠cil recupera√ß√£o, gerando altos custos sociais, econ√īmicos e ambientais. Alguns estudos tem atribu√≠do a desertifica√ß√£o as seguintes causas: retirada da cobertura vegetal (desmatamento); atividades pecu√°rias que levam ao pastoreio excessivo; atividades mineradoras, como a extra√ß√£o de areia, argila, min√©rios; cultivos agr√≠colas no entorno de nascentes e margens de rios; uso do fogo sem manejo adequado ocasionando as queimadas descontroladas; manejo inadequado do solo e da √°gua; press√£o populacional. No Brasil foram delimitadas oficialmente quatro √°reas chamadas N√ļcleos de Desertifica√ß√£o. Essas √°reas caracterizam-se por intensa degrada√ß√£o das suas terras, juntas somam cerca de 18,7 mil km2: Irau√ßuba (CE), Serid√≥ (entre PB e RN), Gilbu√©s (PI) e Cabrob√≥ (PE). Al√©m dos quatro N√ļcleos de Desertifica√ß√£o existem outras √°reas no territ√≥rio brasileiro severamente degradadas que se confundem com √°reas desertificadas, como Alegrete (RS) e Jalap√£o (TO). O Estado da Bahia possui 289 munic√≠pios (PAN-Brasil, 2004), classificados como √Āreas Suscept√≠veis √† Desertifica√ß√£o (ASD), o que equivale a 86,8% do territ√≥rio baiano (490 mil km2). Nestes munic√≠pios vivem cerca de 3,7 milh√Ķes de pessoas. Com base na CCD, as ASD se caracterizam por longos per√≠odos de seca, seguidos por outros de intensas chuvas. Ambos os processos, secas ou chuvas intensas, costumam provocar significativos preju√≠zos econ√īmicos, sociais e ambientais. Somente estes dados j√° demonstram a grande import√Ęncia do Programa Estadual de Combate √† Desertifica√ß√£o e Mitiga√ß√£o dos Efeitos da Seca para o Estado da Bahia. No contexto do Programa Nacional de Combate a Desertifica√ß√£o e Mitiga√ß√£o dos Efeitos da Seca (PAN-Brasil, 2004), cada estado dever√° desenvolver seu aprofundamento e contextualiza√ß√£o expl√≠citos em um Plano de A√ß√£o Estadual de Combate a Desertifica√ß√£o e Mitiga√ß√£o dos Efeitos da Seca (PAE). No Brasil todos os oito estados nordestinos mais os estados de Minas Gerais e Esp√≠rito Santo elaborar√£o seus PAE.

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DE OLHO NA PONTE

Trata-se da pol√™mica constru√ß√£o de uma ponte interligando Sergipe e Alagoas na regi√£o da Foz do Rio S√£o Francisco, impactando uma exuberante √°rea de manguezais, pequenas v√°rzeas e √°reas alagadi√ßas da maior relev√Ęncia em termos ambientais.

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!sso Não é Normal: website sobre as mudanças climáticas no Brasil

Proposto e apoiado pela Embaixada Brit√Ęnica, o site multim√≠dia "!sso N√£o √© Normal" re√ļne reportagens, v√≠deos, entrevistas e mapas interativos. Est√° sendo desenvolvido pelas equipes Webcitizen e Cia de Photo e abrigado pelo portal do Estad√£o, grupo com pioneirismo na cobertura de temas ambientais.

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Terra Quente

Cientistas finalizaram pesquisa que mostra o impacto do aumento da temperatura sobre a agricultura brasileira e alertam para a necessidade de investir no melhoramento gen√©tico de variedades que possam suportar as novas condi√ß√Ķes clim√°ticas.

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PROJETO √ĀGUAS LIMPAS

Parceria do Projeto Grael

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The Global Governance of Climate Engineering

Marsilius Kolleg - Global Governance of Climate Engineering

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T√ļnel de Saint-Gothard - Montanhas Su√≠√ßas

Foi constru√≠do para reduzir a circula√ß√£o dos caminh√Ķes, cujo tr√°fico foi multiplicado por 12 nos √ļltimos 25 anos na regi√£o.

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USP prop√Ķe novo modelo de fossa s√©ptica

A grande maioria das cidades brasileiras sofre, em maior ou menor grau, de contaminação por nitrogênio, particularmente de nitrato. As zonas rurais são contaminadas por causa do uso excessivo de fertilizantes e os solos urbanos recebem nitrogênio principalmente de fossas sanitárias ou mesmo de redes de esgoto sem manutenção ou mal projetadas.

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Usina nuclear no S√£o Francisco

Querem jogar lixo radioativo no reservatório da água que se bebe

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A Bacia Hidrogr√°fica do Rio S√£o Francisco

Caracterização geral da Bacia feita pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco - CBHSF

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√Āgua: debate estrat√©gico para brasileiros e angolanos

XIV jornadas técnico-científicas - Fundação Eduardo dos Santos / FESA

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Estudos sobre Desertificação, Impactos Climáticos e Políticas de Enfrentamento às Secas

Segundo UNEP (1991). mais de 1/3 da √°rea continental terrestre (6,1 bilh√Ķes de ha) √© formada por terras secas, e nestas √°reas os processos de desertifica√ß√£o tem se intencionado nas recentes d√©cadas, alcan√ßando atualmente cerca de 3.6 bilh√Ķes de hectares. De acordo com as estimativas existentes, a desertifica√ß√£o amea√ßa o futuro de mais de 785 milh√Ķes de pessoas, ou 17.7% da popula√ß√£o que vive nestas regi√Ķes. Deste n√ļmero, cerca de 135 milh√Ķes de pessoas est√£o, diretamente, afetadas pelo decr√©scimo da produtividade agr√≠cola associada com os processos de desertifica√ß√£o existentes.

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√Āguas doces no Brasil ‚Äď capital ecol√≥gico, uso e conserva√ß√£o

de Aldo Rebouças, Benedito Braga e José Galizia Tundisi

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DESIGUALDADE NO ACESSO √Ä √ĀGUA DE CONSUMO HUMANO: UMA PROPOSTA DE INDICADORES

SIMP√ďSIO INTERNACIONAL DE MUDAN√áAS CLIM√ĀTICAS E POBREZA NA AM√ČRICA DO SUL (30 de agosto a 3 de setembro de 2010/ Faculdade de Sa√ļde P√ļblica /USP)

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Meio Ambiente, Pr√°ticas Sociais e Pol√≠ticas P√ļblicas - Pesquisador Ant√īnio Juc√°

Trabalhos acad√™micos do pesquisador Ant√īnio Juc√° - Funda√ß√£o Joaquim Nabuco

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Aproveitamento de gargalos de garrafas PET

Ideia para reciclar tampas de pet - Bom para nós e o meio ambiente também! e melhor do que prendedores aramados e/ou comprados

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Aspectos t√©cnicos e sociais sobre barragem subterr√Ęnea

Resumo - A barragem subterr√Ęnea √© uma das tecnologias sociais reaplic√°vel que representa efetivas solu√ß√Ķes de transforma√ß√£o social para a agricultura familiar do semi-√°rido brasileiro. Possui a fun√ß√£o de barrar (interceptar) a √°gua da chuva que escoa na superf√≠cie e dentro do solo por meio de uma parede constru√≠da transversalmente √† dire√ß√£o das √°guas. Este trabalho teve por objetivo estudar uma barragem subterr√Ęnea constru√≠da no munic√≠pio de Queimadas, no estado da Para√≠ba, visando identificar aspectos t√©cnicos e sociais da tecnologia. A barragem subterr√Ęnea em estudo est√° locada em leito de riacho, onde a √°rea de plantio caracteriza-se pela acumula√ß√£o de sedimentos arenosos oriundos das encostas e do pr√≥prio riacho, dando origem ao Neossolo Fl√ļvico, com baixa fertilidade natural. Nas encostas foi identificado o Luvissolo com fertilidade natural m√©dia a alta. A barragem subterr√Ęnea proporciona melhoria na qualidade de vida do agricultor familiar, pela oportunidade de comercializa√ß√£o dos seus produtos, seguran√ßa alimentar e diversifica√ß√£o do sistema produtivo.

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